Cinderela!!

Sempre cresci e vou crescendo com animais. De alguma forma dão amor incondicional, são fiéis indepedentemente daquilo que somos para eles.

Pois é… isto já deriva dos meus pais:

O meu pai até trouxe o  macaco que andava sempre atrás dele em África (não teve coragem de o deixar lá…isto hoje em dia não seria razoável) A minha mãe não comia carne de aves, coelho, etc… e baptizava todos os animais do quintal da sua avó, inclusivé uma porca que a baptizou de: Cinderela!!!

Assim deixo aqui a minha versão da Cinderela 🙂

Agora faltam outros animais, mas ficam para a próxima 🙂

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Oliver

Oliver.

Definição:gato carinhoso, “melado”, espécie única que rasga peças de vestuário porque requisita constantemente colo, não exprime irritação, a paz e o carinho faz parte constante da respectiva personalidade;

Cor: original-preto;

História: foi adoptado com 4 meses (na Associação Midas) e tendo contraído um vírus que afectou a visão, por consequência do agravamento da patologia, o olho esquerdo foi retirado.Hoje em dia já tem 6 anos e é um gato quase normal e penso que feliz. Possui uma particularidade, de pedir constantemente ração húmida e abraços/colo das pessoas.

Enquadramento actual: pelo facto de ser um gato muito especial, achei que era importante partilhar com todos!

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Vamos brincar às costuras!

Recentemente tive que efectuar uma apresentação sobre um tema ligado a um hobby/outra actividade, fora da área profissional, isto no âmbito da primeira simulação para formação de formadores na Certform.

Achei que seria a minha oportunidade de demonstrar “a positividade” de costurar e os respectivos benefícios da actividade nas crianças e mesmo nos adultos.

De facto não teria muito tempo para efectuar demonstrações, mas o principal objectivo era cativar a “audiência”, que agradeço desde já  a participação e cativação pela parte de todos!! Muito obrigada!!

Fica lançado o desafio… 🙂

Foi um bom dia!

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Os taleigos…os saquinhos servem para tanta coisa!

Lembro-me quando era pequenina, que a minha avó colocava-me o lanche num saquinho de pano verde , que tinha um bordado “a minha merenda” e uma apliqué de uma menia com uns totós ( esse saco ainda está guardado).

De facto com o C. achei que era necessário para guardar cremes/brinquedos, levar lanche, toalha para a praia, etc…. ou mesmo para guardar a primeira roupinha.

Os sacos mais antigos que possuo, ainda pertenciam às minhas avós e normalmente destinavam-se para preservar o pão, os quais, originalmente, denominavam-se de taleigos.

Deixo algumas fotos de saquinhos que fiz para guardar o pão/para guardar a primeira roupinha/ou levar um lanchinho!

O C. já tem um para levar para a praia em forma de mochila!

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Mãe

 

Não aprendi a costurar com a minha mãe… mas cresci entre “farrapos”.  Com a minha avó aprendi as “luzes” do crochet.

Coincidência, descobri verdadeiramente a costura com a maternidade!

Desejo a todas muitos dias felizes de mãe, “no mínimo” todos os dias de muitos anos e um poema de José Jorge Letria:

“Quando eu for pequeno, mãe,
quero ouvir de novo a tua voz
na campânula de som dos meus dias
inquietos, apressados, fustigados pelo medo.
Subirás comigo as ruas íngremes
com a certeza dócil de que só o empedrado
e o cansaço da subida
me entregarão ao sossego do sono.

Quando eu for pequeno, mãe,
os teus olhos voltarão a ver
nem que seja o fio do destino
desenhado por uma estrela cadente
no cetim azul das tardes
sobre a baía dos veleiros imaginados.

Quando eu for pequeno, mãe,
nenhum de nós falará da morte,
a não ser para confirmarmos
que ela só vem quando a chamamos
e que os animais fazem um círculo
para sabermos de antemão que vai chegar.

Quando eu for pequeno, mãe,
trarei as papoilas e os búzios
para a tua mesa de tricotar encontros,
e então ficaremos debaixo de um alpendre
a ouvir uma banda a tocar
enquanto o pai ao longe nos acena,
lenço branco na mão com as iniciais bordadas,
anunciando que vai voltar porque eu sou
[pequeno
e a orfandade até nos olhos deixa marcas. ”

José Jorge Letria, in “O Livro Branco da Melancolia”

 

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Foto: Telmo Ferreira

 

 

 

Escritório? Sala de costura?…

Por vezes gostaria de ter um espaço todo “catita”: Bastante branco e “clean”, arrumado, grande, com tecido arrumados…mas será que é possível??

Adoro ver blogs e assumo que acho de alguma forma “sarcástico” algumas imagens de salas de costuras que vejo em alguns blogs. Eu acho que devem ter dois espaços… 😉 um para fotos e outro para trabalhar…

Tentativas não faltam! Caixa para tecidos de algodão, frascos para botões, estantes para livros, …

Para além disso, tenho uns “ajudantes especiais”… Apesar da confusão saldo é muito positivo! A “terapia da costura” resulta! 🙂

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Reciclar tecidos!

Descobri que podemos reciclar camisolas ou outros acessórios cá por casa: fazendo almofadas, outras camisolas, etc,…

De facto em tempo de crise, descobri capacidades de reciclagem e restauro fantásticas!! Adoro comprar tecidos novos!!!! Mas por vezes temos camisolas, lençois antigos em casa….que tal transformá-los?

Apesar de normalmente utilizar normalmente tecidos “tradicionalmente” tecidos… descobri um retalho de algodão cardado (muito suave) num armazém puramente de “restos de tecidos”, que se destinava para o fabrico de “sweat-shirts”. (Obrigada D.T. pelas dicas e ajuda fantásticas!!!!)

Reconheço que estava há bastante tempo em stock, mas resolvi entretanto fazer o softie Baleia…acho que resultou….pois “alguém” começou logo a ronronar….agora só falta mesmo lavar.

Então toca a reciclar!

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Poncho Primavera/Verão

Apesar de estara a trabalhar a colecção de bonecos e artigos infantis, adoro fazer crochet!

Para tentar “contrariar” estes supostos últimos dias cinzentos de Inverno, terminei a “primeira” encomenda para a Primavera/Verão: Poncho em algodão!

Próximos desafios e com “ordem para misturar”: ponchos cheios de cores!!

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Fotos e execução (100% handmade):Gilda Sousa

Crescer…

Crescemos, mas de facto todos nós deveriamos “ficar” um pouco mais criança…

“Depus a máscara e vi-me ao espelho. —
Era a criança de há quantos anos.
Não tinha mudado nada…
É essa a vantagem de saber tirar a máscara.
É-se sempre a criança,
O passado que foi
A criança.
Depus a máscara, e tornei a pô-la.
Assim é melhor,
Assim sem a máscara.
E volto à personalidade como a um términus de linha. ”

Álvaro de Campos, in “Poemas”
Heterónimo de Fernando Pessoa

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Fotos e “Queriduxa”: Gilda Sousa

Amor….

Palavras de amor, carinho ou amizade…deviamos pensar que o dia dos namorados deveria ser tooodos os dias!!!

Feliz dia de S.Valentim!! Agarrem-se a um coração e a todas as coisas boas da vida!

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Fotos e execução:Gilda Sousa